O indivíduo e a relação com as marcas
As marcas sempre fizeram e sempre farão parte das nossas vidas, quer queiramos ou não.
Somos invadidos diariamente por milhares de propagandas de marcas de todos os tipos. Seja pela televisão, rádio, veículos impressos, seja pelo telefone. Aliás, a tecnologia e as redes sociais via smartphones aumentaram absurdamente as “invasões” de marcas nas nossas vidas nos últimos anos. A cada milésimo de segundo recebemos enxurradas de informações.
Os primeiros anúncios publicitários datam de 1650, em Londres, na Inglaterra.

Impossível passarmos batido de algumas, ou muitas delas.
Existem inúmeras marcas no mercado. Algumas seguem firmes e se renovam ao longo do tempo, outras se perdem e acabam desaparecendo e caindo no esquecimento.
Mas o que faz uma marca para que a gente não se esqueça dela?
O que faz uma marca para que seja a primeira na nossa “prateleira mental”?
O que nos faz escolher uma marca e não escolher outra?
Será que ainda existem aquelas marcas que defendemos, que compramos, que somos fãs e até viramos “advogados” delas?
Como é sua relação com as marcas?
Como enxergamos as marcas
Pra mim esse é um assunto infinito, afinal de contas esse é o meu mundo. Como gosto e trabalho com moda, as marcas fazem parte da minha vida desde que entrei para esse universo.
É complexo, é paradoxo, mas é um assunto para dias, horas sem fim.
Como diz uma empresária que sou fã, Renata Abranchs: “Marca é aquilo que marca. É quando tudo passa e ela fica”!
As marcas começaram a serem vistas de uma forma diferente, quando passaram a ter um “significado” na vida das pessoas. As marcas surgiram há vários séculos como forma de diferenciar os produtos dos fabricantes.
Segundo a definição da American Marketing Association (AMA), “marca é um nome, termo, símbolo, desenho ou uma combinação desses elementos que deve identificar os bens ou serviços de um fornecedor ou grupo de fornecedores e diferenciá-los da concorrência”.

Em meio a tantas opções, muitas marcas acabam se tornando “mais do mesmo”, pois não conseguem construir uma essência própria, algo que é só dela, do jeito dela, pois o que mais a gente vê no mercado são imitações, cópias e falta de originalidade.
Produto é qualquer coisa que venha a satisfazer uma necessidade ou um desejo. É algo que possa ser consumido, adquirido para uso próprio ou para ser presenteado. Pode ser um bem físico (um chocolate, uma roupa, um celular) ou um serviço (um restaurante, uma agência de viagens). Pode ser uma loja física, uma pessoa (artista, político, atleta, um profissional de determinada área). Uma cidade, uma organização (empresa de qualquer ramo). E uma marca pode ser uma ideia.
Marcas tornaram-se produtos, mas produtos que atingiram outras dimensões, outros patamares na vida das pessoas. Preenchem um espaço que vai além do simples consumo por si só e muito além do que antigamente chamávamos de “status”.
Marcas como experiências
Hoje, falamos em vivenciar “experiências”. Uma marca pode nos “marcar” para sempre por nos proporcionar momentos memoráveis, especiais.
Existem marcas e existem verdadeiras entidades. Quando você pensa em refrigerante, qual a marca que surge primeiro em sua cabeça? Provavelmente você lembrou da Coca-Cola. Você até pode não beber refrigerante, tão pouco gostar de Coca, mas certamente você visualizará a garrafinha de vidro com rótulo vermelho, ou a latinha de alumínio toda vermelha. Acertei? Provavelmente sim!
Quando pensamos em artigos esportivos certamente pensamos em umas duas ou três grandes gigantes do mercado: Adidas e Nike são as primeiras! É, ou, não é?
E quanto a um telefone celular? Qual a maior marca do mercado? Qual o elemento que chama atenção e é, sem sombra de dúvidas o maior desejo em termos de tecnologia? Eu arriscaria dizer que é o iPhone da Apple.

As marcas que surgem primeiro em nossa cabeça, não necessariamente somos fãs ou grandes consumidores, mas certamente algum dia fomos hipnotizados por suas propagandas, jingles e até mesmo por aquele produto que ficou super famoso e virou objeto de desejo por vermos alguma celebridade usando/consumindo.
Quando falamos em marca, imediatamente nos remetemos a algo tangível, a algum produto específico. Surgem milhares de rótulos, slogans, cores e até mesmo cheiros em nossa memória.
As marcas além do produto
Mas como citei anteriormente, marcas podem também estar associadas a pessoas, lugares e ideias. E mesmo que quem estiver lendo este artigo diga que não é fã ou consumista de alguma marca, eu discordaria veementemente, porque se você tem uma banda preferida, um cantor, ou frequenta um lugar específico de forma recorrente, você tem sim, marcas preferidas e que carrega dentro do seu coração.
Gostou? Deixa teu comentário! Vou amar receber. O Próximo post está incrível, vou deixar o link aqui: Estilo pessoal, você sabe qual o seu?

É inegável a influência das marcas na sociedade.